Memórias - por Marcus Cremonese

 

Como amigos sem se ver

Por longo tempo,

Foi aquela troca de idéias,

Aqueles desabafares,

Aquela conversa jogada fora...

 

Por certo a árvore vermelha

Cravou fundo na lembrança…

Como tudo, anos antes, nesse dia

— que, por acaso, era mais um 26…

Como esquecer?

 

Grande filha da Natureza,

Enorme a alegria de revê-la.

Imensa a saudade —

E a certeza de tornar a vê-la!

 

Não me canso de dizer,

Beleza está aí mesmo,

Calada, perdida no tempo.

Aos corações que amam

Cabe resgatá-la...

 

Para uns a vida é ligeira,

Para outros, desliza mansa.

A grande sabedoria é percorrê-la

E ostentar, no final, um sorriso!

 

Dé e Maria de Lourdes,

Palavras são poucas pra tratar da alegria de rever o Sapé na companhia de vocês.

Meu beijo, com todo o carinho.

Sydney, agosto de 2001

Marquim Cremonese


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